Chiclete com Banana - Discografia

Discografia


Choro, mas deixo um sorriso no ar
Nada pode me assustar
Donos do mundo querem sangrar
A beleza de amar
Cantando o reggae yô yô
Pelos becos vão brotar
Peles negras e vozes nuas
Com histórias pra contar
Esse reggae bate palma
Erga os braços para o alto
Nosso grito é de força
Oh... Oh... Oh...
Nosso grito é de força
Oh... Oh... Oh...
O vampiro da cidade
Quis sim, me devorar
O meu sangue colorido
Fez sim, eu gargalhar
Essa dança que me leva
Aririô
Esse passo que me leva
Aririô
Esse sonho que me leva
Aririô
Aririô... Aririô... Aririô...
Aririô... Aririô... Aririô...
 


Quero dançar merengue pra ver
Essa coisa que paira
Nesse gozo infinito bailar
Todo meu corpo usar (Bis)
 
 
É um pecado, é bom
Com um cheiro de rosa, é flor
Levanta morena, rebola
Remexe e sacode a poeira (Bis)
 
 
É a magia ardente
Uma coisa faceira
É como o grito final
Num momento de amor
Quero seu corpo colado
Mexendo e dançando
Nessa coisa que bole com a gente
E nos faz vibrar
Ouço seu grito calado
Com jeito cantando
No merengue que mexe com a gente
Nesse cha... cha... cha...
 


É com esse brilho no olhar
Que eu vou te abraçar
Ao passar na avenida
Quero sentir teu calor
Sentir teu amor, ser feliz
E se rolar algo mais
Num toque de gratidão
Eu sou Internacionais
Como deuses da avenida
Dono do teu coração
Eu vou querer te encontrar
Te dar um cheiro
Pegar tua boca e beijar
Dar um aperto
Sei que você vai gostar
Desse teu nego
Que vai fazer tão bem
Fazer hem... hem... hem...
 


É difícil te encontrar
Como fazer é difícil, ah!
É difícil, é difícil
Moça do arpoador
Me atrapalho, me atrapalho
Se no cocorocó do galo
Não der galho, não der galho
Vou voltar pra Salvador
E me devolva o meu canário
Fique com seu papagaio
Me dê a sua mão
E seu amor
Seu amor
Me dê a sua mão e o seu amor
 
 


Sonhei que eu era um balão dourado
E debruçado no manto
Estrelado do céu
Eu via
Povo
Cantando embalado
Como na ginga
De um carrossel
No sonho eu via a sanfona
E a zabumba
Batendo tão forte
Parecendo um coração
No ting-ling do triângulo
A poeira que sai do chão
Mais um licor
Pra embebedar o coração
Pois nesse passo
Ao som do arrasta-pé
Até o amanhecer seja lá o que Deus quiser
Voei... Voei...
Para o meu amor encontrar
E quando beijei o teu rosto
A lua veio nos admirar
É que era São João
E mais ardente o amor se dá
Junto à chama da fogueira
Novos sonhos vão rolar
 


Negro olha que não dá
Não curta essa onda que não dá
Branco olha que não dá
Não curta essa onda que não dá
Gatinha olha que não dá
Não curta essa onda que não dá
Não saia da kaya que não dá, que não dá
Quando o negro quer pintar
O branco faz a sombra, que não dá
Á gua na garganta é pra se molhar
Saliva seca é que não dá
Gosto de mentol que vai pintar
Assim não dá
Oi... Oi... Oi...
Ai... Ai... Ai...
Oi... Oi... Oi...
Ai... Ai... Ai...
 


Olha a banana madura menina
Segura a cintura
Eu vou por aí
Alô Alô, tiete tão linda
Estrela bem-vinda ao meu coração
Rebola teu corpo e mostra pra vida
Você é querida na nossa canção
A maluquete tá louca da vida
E seu amor não curte essa não
Mas a tiete vai dançando o ti ti ti
Que faz ferver seu coração
Mexe, mexe maluquete que eu quero ver
Mexe, mexe maluquete que eu vou mexer
Vou por aí curtindo a tiete
Eu quero mesmo o cheiro da maluquete
Dou beliscão ela mete a mão
E sai gritando I love you Chiclete
A tiete gritou Chiclete com Banana
A maluquete gritou Chiclete com Banana
E a tiete gritou Chiclete com Banana
 
 


Vou caminhando entre flores e guerras
Vou deslizando entre o bem e o mal
Um pouco louco entre monstros e feras
Sou cavaleiro do juízo final
A esperança é uma flecha de fogo
Que faz arder no meu coração
Eu canto e grito de novo
Paz nesse mundo e união
 
 
 
Ê ô ê ô aiaiaiaiai
Ê ô ê ô aiaiaiaiai 2x
Ê ô ê ô aiaiaiaiai ôôô
 
 
A minha espada é a voz com que eu canto
Voando leve livre como o Pardal
Você me beija e eu me perco no encanto
Olho pra vida fantasia real
A esperança é uma flecha de fogo
Que faz arder no meu coração
Eu canto e grito de novo
Paz nesse mundo e união